Obesidade infantil: o que você sabe?

Hoje nós falaremos sobre um tema que, infelizmente, é cada vez mais comum entre as nossas crianças: obesidade infantil! Você sabia que atualmente cerca de 39% das crianças brasileiras estão com algum índice de obesidade? Para entrar nessa estatística, a criança (até 12 anos) deve pesar 15% a mais do que o peso médio correspondente a sua idade. E, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade infantil é um dos problemas de saúde pública mais grave do século XXI. Já que, além das doenças cardiovasculares, pode ocasionar má formação do esqueleto e danos psicológicos.

É comum, de modo geral, que as crianças tenham maior facilidade no ganho de peso, Porém, para chegar ao estado de obesidade dois fatores são decisivos: a qualidade da alimentação e o sedentarismo. Como as crianças não são as maiores responsáveis por suas rotinas, é muito importante que os pais busquem um equilíbrio na vida dos filhos.

Não é necessário impedir o consumo de doces, porém é importante restringi-los a horários e dias específicos. O mesmo vale para os refrigerantes e outros itens repletos de açúcares. É importante entender que as crianças estão em fase de desenvolvimento, por isso todos os grupos de alimentos (carboidratos, vitaminas, proteínas e boa gordura) são essenciais, não sendo possível eliminar nenhum da rotina de alimentos.

Uma coisa que pode ajudá-los na hora que alterar o cardápio, é levar as crianças para a cozinha. Se eles participarem do preparo do alimento, mesmo que seja da salada, é mais fácil que eles tenham vontade de consumi-lo. Também é importante lembrar que o açúcar e as frituras causam dependência, por isso elas não devem fazer parte da rotina da criança. Devem ser consumidas esporadicamente.

Além da alimentação, é preciso aniquilar o sedentarismo. Provavelmente você (pai, mãe, avó, tio) que está lendo esse texto é da época onde as crianças brincavam na rua. Hoje elas estão dentro de casa, passando horas em frente ao vídeo game ou na internet. Sabemos que, com a violência, não está fácil deixar os filhos soltos na rua, mas é importante inserir uma atividade física na rotina deles. Encontre uma atividade na qual ele se sinta a vontade e crie nele o hábito de se exercitar.

Não se esqueça que você é o maior exemplo do seu filho, sendo assim, é importante que também siga uma rotina saudável. Encontrar uma atividade física igual a de seu filho ou uma que possam realizar juntos, vai deixá-lo ainda mais envolto nesse universo.

Pode não ser fácil, mas ter uma alimentação balanceada, rica em frutas, legumes e verduras. Respeitar os horários das refeições. Evitar alimentos gordurosos, como doces, frituras e refrigerantes. Praticar atividades físicas – seja qual for – e beber bastante água são algumas das formas de melhorar a qualidade de vida e diminuir as chances de chegar a obesidade. Adote esses hábitos e os insira em seus lares, os benefícios serão enormes.

Como se preparar para uma competição?

Cada atleta tem uma forma de preparar para competições. Quando falamos de esportes de contato, tudo começa com o trabalho psicológico. Quando falamos sobre luta alguns fatores, como a concentração e a confiança são de extrema importância. O atleta precisa ter em mente as rotinas de treino, os golpes e até mesmo as regras da competição, mas também a convicção de que é capaz de ganhar a disputa que se iniciará. Trabalhar o psicológico do atleta é uma função do treinador, mas que precisa do auxilio dos familiares.

Antes de uma competição, também é muito importantes tomar alguns cuidados com a alimentação. Evitar alimentos gordurosos, por exemplo, é um deles. Alimentos com muita gordura são mais difíceis de digerir, sendo assim, causam sensação de desconforto. Alimentos muito fibrosos também não são muito indicados em dias de competição. É importante consumir alguma fonte de proteína magra, pois ela te ajudará a ter energia e é de fácil digestão. Os carboidratos também são importantes, mas a quantidade depende do atleta e da atividade que irá realizar.

Quando a competição é muito importante, os treinos são intensificados e focados. Isso pode ajudar o atleta a perceber quais são os alimentos que os favorecem e os que acabam, de alguma forma, o prejudicando. Também é mais fácil realizar a avaliação psicológica do competidor durante esses treinos de alta intensidade. Aliar uma boa preparação psicológica com uma alimentação adequada, é uma das grandes chaves para ser um competidor exemplar.

Que tal uma dança?

Já dizia o mestre Carlinhos de Jesus. “Se você é capaz de se levantar, caminhar, dar ‘até logo’ e cruzar as pernas, já tem ritmo. Basta não ter medo de errar”. E claro que não podemos ter medo de errar, ainda mais quando envolve a nossa saúde. Sim, a nossa saúde. Você sabia que a dança pode exercitar quase todos os nossos músculos? Quando dançamos, mexemos braços, pernas, tronco e ainda trabalhamos a mente. Ele será a responsável por observar os passos, recriá-los, decorá-los e ainda nos ajudar com o ritmo.

Entre os benefícios estão: aumento da concentração, melhora a flexibilidade, coordenação motora, equilíbrio e os reflexos. A dança também aumenta a frequência cardíaca, estimula a circulação do sangue, melhora a capacidade respiratória e queima muitas calorias. Além disso, tonifica os músculos, principalmente das pernas, glúteos e barriga.

Mas, por mais incrível que pareça, os resultados vão muito além do bem-estar físico. A dança também funciona como uma forma de terapia em grupo, pois te obriga a ter contato com outras pessoas. A socialização combate a depressão e a timidez. Pare para analisar, quantas vezes viu alguém começar a dançar por estar triste? Dançar sempre foi sinônimo de alegria. Com tantos pontos positivos, o que você está esperando para começar a mexer o esqueleto?

Lembramos que no começo pode não ser tão fácil. Uns terão mais dificuldades que outros, isso é muito normal. O importante é que esteja preparado e que se entregue de corpo e alma para essa prática. Pense nos benefícios que ela lhe trará a longo e curto prazo. E, acima de tudo, sinta prazer em dançar.